Nosso cérebro é responsável por coordenar praticamente todas as nossas funções fisiológicas. Dessa forma, ao contrário do que muitas pessoas pensam, ele não se limita apenas a atividades intelectuais.
Contudo, conforme envelhecemos, nosso cérebro sofre uma degeneração celular, o que resulta em alguns problemas.
A Doença de Parkinson caracteriza-se por falhas na produção de um neurotransmissor, chamado dopamina. Essa substância é produzida na área cinzenta do nosso cérebro. Sua principal função é assegurar as reações necessárias para o funcionamento normal dos neurônios, as células cerebrais.
Esse neurotransmissor é responsável pelo controle dos nossos movimentos voluntários, aqueles que realizamos conforme nossa vontade. Em sua ausência, o indivíduo apresenta tremores nos membros, principalmente nas mãos, uma das principais características da doença.
Como explicado anteriormente, a Doença de Parkinson é um distúrbio neurológico do movimento, progressivo e degenerativo, que afeta milhares de pessoas. Embora muito comum em pessoas idosas, acima dos 60 anos, o número de pessoas jovens vem aumentando nos últimos anos.
Conforme progride, a doença se torna cada vez mais incapacitante, tornando atividades simples do dia a dia muito complicadas para o indivíduo portador.
A intensidade dos tremores varia de pessoa para pessoa. E pode ainda se manifestar de diferentes formas. Entre outros sintomas principais da doença, destacam-se:
◾ Instabilidade postural: deficiência de equilíbrio e coordenação. Postura muito inclinada para frente e ombros caídos;
◾ Acinesia: lentidão de movimentos ou ausência deles. Modo de caminhar arrastado. Às vezes, eles também podem perder sua capacidade de iniciar e se manter em movimento. Depois de vários anos, podem experimentar a acinesia ou "congelamento" e perder totalmente os movimentos do corpo;
◾ Rigidez: rigidez ou inflexibilidade dos membros e articulações.
Embora a Doença de Parkinson atualmente não tenha cura, há várias opções de tratamento, que incluem medicação e cirurgia. Além disso, há também a Terapia de Estimulação Cerebral, que utiliza impulsos elétricos em regiões específicas do cérebro.
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